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CVE-2025-20362mediumbajo ataqueCWE-862

CVE-2025-20362

100Vexday Risk Score

Corrige ahora. Ella está bajo explotación confirmada por CISA y tiene exploit funcional público.

ssvc Actcvss 6.5epss 86%
de la publicación al arma233 días
Publicada en NVD25 sept
1ª PoC+233d
CISA KEV25 sept
probabilidad de explotación
86%top 1% de las CVE
explotación observada
CISA + VulnCheck
1 exploit(s) público(s)
Acción exigida por CISAplazo federal: 2025-09-26

The KEV due date refers to the deadline by which FCEB agencies are expected to review and begin implementing the guidance outlined in Emergency Directive (ED) 25-03 (URL listed below in Notes). Agencies must follow the mitigation steps provided by CISA (URL listed below in Notes) and vendor’s instructions (URL listed below in Notes). Adhere to the applicable BOD 22-01 guidance for cloud services or discontinue use of the product if mitigations are not available.

Resumen

Falha de missing authorization (CWE-862) no servidor web VPN do Cisco Secure Firewall ASA e FTD, que permite a um atacante remoto não autenticado acessar endpoints HTTP(S) restritos ligados a remote access VPN. Isoladamente o CVSS é moderado (6.5, sem impacto em disponibilidade), mas a CVE importa porque foi encadeada com a CVE-2025-20333 (execução remota de código) pelo grupo ArcaneDoor numa campanha ativa desde maio de 2025 contra ASA 5500-X Series, com implante de malware e persistência que sobrevive a reboot e a upgrades de software.

Detalle técnico

A vulnerabilidade está no servidor web usado pelas funcionalidades de acesso remoto VPN (webvpn) do ASA/FTD. Segundo o advisory da Cisco, o problema é validação incorreta de input fornecido pelo usuário em requisições HTTP(S), classificado como CWE-862 (Missing Authorization). O efeito é que um atacante consegue montar uma requisição que alcança uma URL que deveria exigir autenticação, sem apresentar credenciais.

Cisco não publicou detalhes de código ou do endpoint específico afetado — a análise técnica pública detalhada não está disponível nas fontes oficiais consultadas. O que se sabe com certeza é a superfície: o bug só é alcançável se o dispositivo tiver algum recurso que habilite os SSL listen sockets do webvpn. O advisory lista três configurações possíveis: AnyConnect IKEv2 Remote Access com client-services habilitado (crypto ikev2 enable + client-services port), Mobile User Security (MUS) e SSL VPN clássica (webvpn enable na interface). Sem nenhuma dessas features ativas, o endpoint vulnerável não existe no dispositivo.

A Cisco confirmou que o Secure Firewall Management Center (FMC) não é afetado — o problema é específico do plano de dados/gerência local do ASA/FTD, não do console de gerenciamento centralizado.

Cómo se explota

O vetor é rede: o atacante envia requisições HTTP(S) manipuladas diretamente à interface onde o webvpn está habilitado, sem autenticação prévia (AV:N, PR:N, UI:N no CVSS). O pré-requisito real que a nota de imprensa da vulnerabilidade esconde é a configuração — apenas dispositivos com AnyConnect IKEv2 RA, MUS ou SSL VPN habilitados expõem a superfície; um ASA sem RAVPN configurado não é explorável por esta CVE.

Sozinha, a CVE-2025-20362 entrega apenas acesso não autorizado a um endpoint restrito — não é RCE. O valor operacional para o atacante vem do encadeamento com a CVE-2025-20333, que dá execução remota de código com privilégios elevados. Foi essa combinação que a Cisco e agências de resposta a incidentes documentaram sendo usada desde maio de 2025 pelo ator ArcaneDoor (mesmo grupo da campanha de 2024) para implantar malware, executar comandos e potencialmente exfiltrar dados de dispositivos ASA 5500-X Series com VPN web services habilitado. Os atacantes usaram técnicas de evasão avançadas — desabilitar logging, interceptar comandos CLI e forçar crash do dispositivo para impedir análise forense.

Em 5 de novembro de 2025 a Cisco identificou uma variante de ataque contra dispositivos ainda não corrigidos para as CVE-2025-20333/20362 que causa reload inesperado (DoS), não apenas comprometimento silencioso. Em atualização de abril de 2026, a CISA (via Emergency Directive 25-03) relatou que o ArcaneDoor desenvolveu um mecanismo de persistência que reside no FXOS (sistema operacional base do hardware) e sobrevive ao upgrade para os releases corrigidos de setembro/2025 — e que o raio de ataque foi ampliado para qualquer dispositivo ASA ou FTD, não só a série 5500-X originalmente visada.

Versiones

Afectadas
Cisco Secure Firewall ASA Software e Secure FTD Software em releases vulneráveis quando configurados com AnyConnect IKEv2 Remote Access (client-services), Mobile User Security (MUS) ou SSL VPN habilitados. O advisory não publica uma tabela numérica completa de ranges; cita explicitamente os branches 9.12 e 9.14 para os modelos ASA 5500-X (5512-X, 5515-X, 5525-X, 5545-X, 5555-X, 5585-X). Para demais releases e plataformas, a Cisco orienta usar o Cisco Software Checker para determinar exposição exata — informação não fechada nas fontes disponíveis.
Corregidas en
ASA 9.12.4.72 e ASA 9.14.4.28 (releases 'hidden', finais desses branches) para os modelos ASA 5500-X Series afetados. Para as demais plataformas e branches de ASA/FTD, a versão corrigida ('First Fixed') deve ser consultada via Cisco Software Checker — não há lista numérica completa nas fontes oficiais lidas.

Cómo protegerse

Não existe workaround — o próprio advisory da Cisco declara explicitamente 'no workarounds that address this vulnerability'. A única remediação é o upgrade de software. Para os modelos ASA 5500-X (5512-X, 5515-X, 5525-X, 5545-X, 5555-X, 5585-X) rodando os branches 9.12 ou 9.14, a correção está nos releases 'hidden' 9.12.4.72 e 9.14.4.28, distribuídos via Cisco Software Download Center — são os releases finais desses branches, já em fim de suporte. Para as demais plataformas, a Cisco orienta usar o Cisco Software Checker para identificar o primeiro release corrigido para a versão instalada, já que o advisory não lista uma tabela numérica completa de versões-alvo.

Desabilitar as features que habilitam os SSL listen sockets do webvpn (AnyConnect IKEv2 RA com client-services, MUS, SSL VPN) remove a superfície de ataque, mas isso significa desligar o acesso remoto VPN — custo funcional alto e não é apresentado pela Cisco como mitigação recomendada, apenas como consequência de não ter a feature habilitada.

Para dispositivos EoL/EoS sem caminho de upgrade (a maior parte da lista de modelos 5500-X compromissados), a recomendação da Cisco é migração para hardware suportado, não mitigação de configuração. Um ponto crítico levantado pela CISA em atualização posterior: em dispositivos ASA 5500-X sem Secure Boot/Trust Anchor que já foram comprometidos, foi observada modificação do ROMMON que sobrevive a reboot e a upgrade de software — ou seja, apenas atualizar o software pode não remover um implante já instalado. A orientação da ED 25-03 para esses casos é coleta forense (core dump) e procedimentos de 'hunt' antes de assumir que o upgrade resolveu o comprometimento, podendo exigir reimaging completo ou substituição do equipamento.

Cómo detectar

Sinais documentados pela Cisco/CISA: reload inesperado do dispositivo (indicativo da variante de ataque identificada em novembro de 2025 contra sistemas ainda não corrigidos), logging desabilitado ou interceptação de comandos CLI (técnicas de evasão usadas pelo ArcaneDoor), core dumps anômalos e, em modelos ASA 5500-X sem Secure Boot/Trust Anchor, modificação de ROMMON como indício de persistência. A Cisco publicou um 'Detection Guide for Continued Attacks against Cisco Firewalls' específico para esta campanha, mas o conteúdo detalhado não constava nas fontes consultadas aqui.

Não há assinatura de payload HTTP publicamente detalhada pela Cisco para a CVE-2025-20362 isolada — a exploração bem-sucedida da vulnerabilidade de missing authorization por si só pode não gerar nenhum log de erro visível, já que o objetivo do bug é justamente não acionar a checagem de autenticação. Isso torna a detecção baseada em log de acesso HTTP pouco confiável isoladamente; o indicador mais forte é o comportamento pós-exploração (reload, malware, persistência) descrito pela Cisco, e não a requisição inicial em si.

Investigado y redactado con IA a partir del advisory del fabricante y análisis públicos, con las fuentes citadas. Verifica siempre la versión corregida en el advisory oficial antes de actuar.
Update: On November 5, 2025, Cisco became aware of a new attack variant against devices running Cisco Secure ASA Software or Cisco Secure FTD Software releases that are affected by CVE-2025-20333 and CVE-2025-20362. This attack can cause unpatched devices to unexpectedly reload, leading to denial of service (DoS) conditions. Cisco strongly recommends that all customers upgrade to the fixed software releases that are listed in the Fixed Software ["#fs"] section of this advisory. A vulnerability in the VPN web server of Cisco Secure Firewall Adaptive Security Appliance (ASA) Software and Cisco Secure Firewall Threat Defense (FTD) Software could allow an unauthenticated, remote attacker to access restricted URL endpoints that are related to remote access VPN that should otherwise be inaccessible without authentication. This vulnerability is due to improper validation of user-supplied input in HTTP(S) requests. An attacker could exploit this vulnerability by sending crafted HTTP requests to a targeted web server on a device. A successful exploit could allow the attacker to access a restricted URL without authentication.
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:N/UI:N/S:U/C:L/I:L/A:N
⚠ Recursos públicos, para evaluar la exposición de sistemas que controlas o estás autorizado a probar. Prueba solo con autorización.